Olá!!
Dois anuncios fabulosos sobre a pirataria !!! São dois vídeos interessantes, inclusive um fala de cola na escola!!! Vejam!!!
A pirataria, de qualquer tipo, destrói empregos, diminui a arrecadação de impostos!!!, sem contar que fortalece o crime organizado!!!
Link: http://www.youtube.com/watch?v=z_J3_t3FFjE
domingo, 16 de setembro de 2007
O que é Propriedade Intelectual? Para que serve? Quem criou este termo?
O termo Propriedade Intelectual surgiu a partir da Convenção de Estocolmo (art 28 Viii, assinada em 14 de julho de 1967) que instituiu a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI ou WIPO em inglês). Segundo a OMPI o termo se refere as “... obras literárias, artísticas e científicas; as interpretações de artistas e intérpretes e as execuções dos artistas executantes, os fonogramas e às emissões de radiodifusão; as invenções em todos os domínios da atividade humana; as descobertas científicas; os desenhos e modelos industriais, as marcas industriais, comerciais e de serviços, bem como as firmas comerciais e denominações comerciais; a proteção contra concorrência desleal e todos os outros direitos inerentes à atividade intelectual nos domínios industrial, científico, literário e artístico”. O acordo de Estrasburgo estabeleceu à classificação internacional de patentes e entrou em vigor no ano de 1974. Qualquer país membro da Convenção de Paris poderia se tornam membro deste acordo.Apesar do termo Propriedade Intelectual existir oficialmente desde 1967, até hoje o conceito e a política de proteção são pouco difundidos e utilizados no Brasil. A lei em nosso país que doutrina a propriedade Intelectual é a de Nº 9.279 de 14.05.96.
[...]
A SECT em conjunto com suas instituições vinculadas, Universidade do Estado do Amazonas – UEA e Fundação de Amparo a Pesquisa no estado do Amazonas - FAPEAM vem desenvolvendo projetos de pesquisa na área: “Propriedade intelectual: Desenvolvimento de instrumentos institucionais catalisadores de ações para a difusão do exercício dos direitos de propriedade intelectual das populações tradicionais (2004-2005)”, “Fomento à Pesquisa, Acesso ao Patrimônio Genético, Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e ao Conhecimento Tradicional no Estado do Amazonas (2005)”, e “Realidade, Difusão de Informações e Perspectivas para a Consolidação de Políticas Públicas no Estado do Amazonas (2006)”, financiados pela FAPEAM através do Programa de Gestão em Ciência e Tecnologia.Atualmente a SECT também faz parte da Academia de Propriedade Intelectual do INPI onde tem atuado de forma a melhorar o sistema de patente para a sociedade amazonense. Ainda com este objetivo a FAPEAM em conjunto com outras instituições elaborou o projeto de lei de Inovação Tecnológica Estadual que foi sancionado pelo Governador Eduardo Braga e publicado no Diário Oficial em 17 de novembro de 2006. A Lei Nº. 3.095 dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo no âmbito do Estado do Amazonas.Para o Amazonas o assunto tem importância estratégica, uma vez que, além de ser o maior estado brasileiro, possuí a maior biodiversidade da Amazônia e também um Pólo Industrial extremamente produtivo com novas tecnologias e produtos biotecnológicos potencialmente patenteáveis. Ainda assim, as patentes não oferecem soluções de proteção vitalícia, uma vez que, caem em domínio público, no máximo, após vinte anos, outros recursos podem ser utilizados como o segredo industrial utilizado pela Coca-cola. As patentes devem ser consideradas apenas como um artifício econômico de valorização das idéias inovadoras e criativas com potencial de mercado.Todavia sabemos que nossos maiores tesouros ainda são oriundos do conhecimento Amazônico, e estes necessitam de uma legislação sui generis que os proteja. Os conhecimentos tradicionais pertencem a todo um povo não sendo considerados, atividade inventiva, novidade e muitas das vezes não possuindo aplicabilidade industrial, características necessárias para uma patente. Sendo assim, enquanto as organizações indígenas e representantes de comunidades tradicionais em conjunto com autarquias governamentais e ONGs discutem quais são os caminhos apropriados para a proteção de seus conhecimentos, devemos registrar os produtos passíveis de patentes e economicamente viáveis, antes que outros os façam, a fim de conciliarmos progresso científico e tecnológico com desenvolvimento econômico brasileiro
11/09/2007
Fabiana dos Santos e Souza (1) técnica do Departamento de Apoio à Pesquisa e Inovação Tecnológica da SECT, mestre em Ecologia Assunção Pereira de Oliveira (2) Engenheira Agromômica, Mestrado em Produção Vegetal
Fonte:http://www.amazonas.am.gov.br/artigos.php?cod=6
[...]
A SECT em conjunto com suas instituições vinculadas, Universidade do Estado do Amazonas – UEA e Fundação de Amparo a Pesquisa no estado do Amazonas - FAPEAM vem desenvolvendo projetos de pesquisa na área: “Propriedade intelectual: Desenvolvimento de instrumentos institucionais catalisadores de ações para a difusão do exercício dos direitos de propriedade intelectual das populações tradicionais (2004-2005)”, “Fomento à Pesquisa, Acesso ao Patrimônio Genético, Proteção aos Direitos de Propriedade Intelectual e ao Conhecimento Tradicional no Estado do Amazonas (2005)”, e “Realidade, Difusão de Informações e Perspectivas para a Consolidação de Políticas Públicas no Estado do Amazonas (2006)”, financiados pela FAPEAM através do Programa de Gestão em Ciência e Tecnologia.Atualmente a SECT também faz parte da Academia de Propriedade Intelectual do INPI onde tem atuado de forma a melhorar o sistema de patente para a sociedade amazonense. Ainda com este objetivo a FAPEAM em conjunto com outras instituições elaborou o projeto de lei de Inovação Tecnológica Estadual que foi sancionado pelo Governador Eduardo Braga e publicado no Diário Oficial em 17 de novembro de 2006. A Lei Nº. 3.095 dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo no âmbito do Estado do Amazonas.Para o Amazonas o assunto tem importância estratégica, uma vez que, além de ser o maior estado brasileiro, possuí a maior biodiversidade da Amazônia e também um Pólo Industrial extremamente produtivo com novas tecnologias e produtos biotecnológicos potencialmente patenteáveis. Ainda assim, as patentes não oferecem soluções de proteção vitalícia, uma vez que, caem em domínio público, no máximo, após vinte anos, outros recursos podem ser utilizados como o segredo industrial utilizado pela Coca-cola. As patentes devem ser consideradas apenas como um artifício econômico de valorização das idéias inovadoras e criativas com potencial de mercado.Todavia sabemos que nossos maiores tesouros ainda são oriundos do conhecimento Amazônico, e estes necessitam de uma legislação sui generis que os proteja. Os conhecimentos tradicionais pertencem a todo um povo não sendo considerados, atividade inventiva, novidade e muitas das vezes não possuindo aplicabilidade industrial, características necessárias para uma patente. Sendo assim, enquanto as organizações indígenas e representantes de comunidades tradicionais em conjunto com autarquias governamentais e ONGs discutem quais são os caminhos apropriados para a proteção de seus conhecimentos, devemos registrar os produtos passíveis de patentes e economicamente viáveis, antes que outros os façam, a fim de conciliarmos progresso científico e tecnológico com desenvolvimento econômico brasileiro
11/09/2007
Fabiana dos Santos e Souza (1) técnica do Departamento de Apoio à Pesquisa e Inovação Tecnológica da SECT, mestre em Ecologia Assunção Pereira de Oliveira (2) Engenheira Agromômica, Mestrado em Produção Vegetal
Fonte:http://www.amazonas.am.gov.br/artigos.php?cod=6
A universidade e a inovação tecnológica – ou o que a universidade tem a ver com isso?
A inovação ocorre na empresa, tudo bem, mas para ser mais, digamos...abrangente, ocorre como fato social. Por definição, a inovação ocorre no momento em que o novo é, de alguma forma, socialmente apropriado. Bem, aí nessa curta e imprecisa explicação encontram-se duas dicas importantes: primeiro, trata-se de algo novo; segundo, algo novo que tenha, por certos meios, sido incorporado à rotina de indivíduos e/ou coletivos, pessoas físicas e/ou jurídicas, ou como se queira nomear pessoas e instituições.
[...]
A força que o conhecimento hoje tem sobre os valores e a organização das sociedades é muito maior do que sempre foi. Tudo o que as tecnologias de informação trouxeram e ainda estão trazendo para as sociedades contemporâneas impuseram forma, ritmo e conteúdo inovadores. Manoel Castells acredita que o que diferencia o atual momento dos demais na história é que, “pela primeira vez, a mente humana se torna força direta de produção e não apenas um elemento decisivo dos sistemas produtivos”.Mas isto é bom ou ruim para nós, países menos desenvolvidos? Bom, claro, pois que está na capacitação e na criatividade o principal diferencial dessa sociedade da informação. Ruim, claro, porque muitos não têm sequer o ensino fundamental completo. Assim mesmo, ao mesmo tempo bom e ruim, em um País de contrastes absurdos.Prefiro, particularmente, achar extraordinariamente positiva essa nova revolução tecnológica (que, creio, os historiadores não mais chamarão de industrial, simplesmente porque a indústria não é mais o principal diferencial, como o foi no final do século 18 e no final do século 19). Os requisitos de capital mudam sensivelmente, ganhando grande espaço o intelectual (não o homo intelectual, mas o capital, a força de transformação de coisas em valor).
[...]
Vale aqui sustentar uma proposição básica: a de que é um erro de conseqüências imprevisíveis para um país separar a política e a estratégia de desenvolvimento científico e tecnológico da política de busca por inovações.Fazer inovação não se restringe a fomentar pesquisa e desenvolvimento, é preciso considerar o conjunto das atividades necessárias para que a inovação aconteça.
[...]
Se às instituições acadêmicas não lhes cabe trabalhar para o mercado (exceto o mercado de trabalho), tampouco lhes é dado o direito de ignorá-lo. Aceitas essas considerações, podemos então tratar o tema sem medo de considerar a política baseada na inovação como algo que despreza demandas sociais outras que não as de natureza estritamente privada, de reprodução do status quo, ou como algo que não se ocupa da produção de conhecimento científico fundamental (a pesquisa básica). Tudo depende das diretrizes dessa política! Vejamos três argumentos nessa direção:
a) Pode-se perfeitamente pensar em ações de inovação voltadas a condições sócio-econômicas específicas. Gerar renda e promover qualidade de vida para populações excluídas requer inovação. Uma comunidade pobre que explora recursos naturais na Amazônia, por exemplo, carece de tecnologias de toda ordem (produto, processo, organizacional e de serviços), além de acesso a mercados com suas regras cada vez mais restritivas.
b) Um projeto de inovação tecnológica, muitas vezes, incita a investigação científica original, criando linhas de pesquisa variadas e combinadas – como por exemplo o conhecimento e a exploração da biodiversidade.
c) A política baseada no trinômio C,T&I requer o apoio a todos seus componentes, caso contrário não será uma política de C,T&I, mas qualquer outra coisa.Mas o que é que a universidade tem a ver com tudo isso? Bem, ela é parte indissociável de qualquer sistema C,T&I, seja pela capacitação de pessoal de alto nível, seja pela produção de conhecimento original ou adaptado, seja ainda pela capacidade que tem em pensar criticamente o futuro.
Que ela faz parte de um sistema de ensino e pesquisa (pelo menos as que fazem as duas coisas), isto já se sabe, mas é preciso também saber que ela é parte essencial de um sistema de inovação. Ignorar este fato é o mesmo que desperdiçar oportunidades e, pior, desperdiçar recursos públicos (no caso de universidades públicas). A universidade deve se abrir cada vez mais para atender e promover demandas públicas e privadas, sempre que houver um benefício social claramente sinalizado.Em tempo e antes que me crucifiquem: o cálculo do benefício social decorrente do investimento público não guarda relação direta e unívoca com as formas jurídicas pública ou privada. Pode-se ter elevado benefício social em investimentos privados e uma verdadeira calamidade pública em investimentos públicos, e vice-versa.
SÉRGIO SALLES FILHOJornal da UnicampEdição 227 - de 1º a 7 setembro de 2003
Fonte: http://www.ige.unicamp.br/geopi/noticias.php?id=26&desc=ok
[...]
A força que o conhecimento hoje tem sobre os valores e a organização das sociedades é muito maior do que sempre foi. Tudo o que as tecnologias de informação trouxeram e ainda estão trazendo para as sociedades contemporâneas impuseram forma, ritmo e conteúdo inovadores. Manoel Castells acredita que o que diferencia o atual momento dos demais na história é que, “pela primeira vez, a mente humana se torna força direta de produção e não apenas um elemento decisivo dos sistemas produtivos”.Mas isto é bom ou ruim para nós, países menos desenvolvidos? Bom, claro, pois que está na capacitação e na criatividade o principal diferencial dessa sociedade da informação. Ruim, claro, porque muitos não têm sequer o ensino fundamental completo. Assim mesmo, ao mesmo tempo bom e ruim, em um País de contrastes absurdos.Prefiro, particularmente, achar extraordinariamente positiva essa nova revolução tecnológica (que, creio, os historiadores não mais chamarão de industrial, simplesmente porque a indústria não é mais o principal diferencial, como o foi no final do século 18 e no final do século 19). Os requisitos de capital mudam sensivelmente, ganhando grande espaço o intelectual (não o homo intelectual, mas o capital, a força de transformação de coisas em valor).
[...]
Vale aqui sustentar uma proposição básica: a de que é um erro de conseqüências imprevisíveis para um país separar a política e a estratégia de desenvolvimento científico e tecnológico da política de busca por inovações.Fazer inovação não se restringe a fomentar pesquisa e desenvolvimento, é preciso considerar o conjunto das atividades necessárias para que a inovação aconteça.
[...]
Se às instituições acadêmicas não lhes cabe trabalhar para o mercado (exceto o mercado de trabalho), tampouco lhes é dado o direito de ignorá-lo. Aceitas essas considerações, podemos então tratar o tema sem medo de considerar a política baseada na inovação como algo que despreza demandas sociais outras que não as de natureza estritamente privada, de reprodução do status quo, ou como algo que não se ocupa da produção de conhecimento científico fundamental (a pesquisa básica). Tudo depende das diretrizes dessa política! Vejamos três argumentos nessa direção:
a) Pode-se perfeitamente pensar em ações de inovação voltadas a condições sócio-econômicas específicas. Gerar renda e promover qualidade de vida para populações excluídas requer inovação. Uma comunidade pobre que explora recursos naturais na Amazônia, por exemplo, carece de tecnologias de toda ordem (produto, processo, organizacional e de serviços), além de acesso a mercados com suas regras cada vez mais restritivas.
b) Um projeto de inovação tecnológica, muitas vezes, incita a investigação científica original, criando linhas de pesquisa variadas e combinadas – como por exemplo o conhecimento e a exploração da biodiversidade.
c) A política baseada no trinômio C,T&I requer o apoio a todos seus componentes, caso contrário não será uma política de C,T&I, mas qualquer outra coisa.Mas o que é que a universidade tem a ver com tudo isso? Bem, ela é parte indissociável de qualquer sistema C,T&I, seja pela capacitação de pessoal de alto nível, seja pela produção de conhecimento original ou adaptado, seja ainda pela capacidade que tem em pensar criticamente o futuro.
Que ela faz parte de um sistema de ensino e pesquisa (pelo menos as que fazem as duas coisas), isto já se sabe, mas é preciso também saber que ela é parte essencial de um sistema de inovação. Ignorar este fato é o mesmo que desperdiçar oportunidades e, pior, desperdiçar recursos públicos (no caso de universidades públicas). A universidade deve se abrir cada vez mais para atender e promover demandas públicas e privadas, sempre que houver um benefício social claramente sinalizado.Em tempo e antes que me crucifiquem: o cálculo do benefício social decorrente do investimento público não guarda relação direta e unívoca com as formas jurídicas pública ou privada. Pode-se ter elevado benefício social em investimentos privados e uma verdadeira calamidade pública em investimentos públicos, e vice-versa.
SÉRGIO SALLES FILHOJornal da UnicampEdição 227 - de 1º a 7 setembro de 2003
Fonte: http://www.ige.unicamp.br/geopi/noticias.php?id=26&desc=ok
Governo quer incrementar a inovação tecnológica no Maranhão
Enquanto países como EUA e Coréia do Sul têm, respectivamente, 80% e 54% do total de seus cientistas trabalhando na iniciativa privada (empresas, indústrias), as empresas do Brasil mantêm no quadro funcional apenas 23,5% do contingente total de mestres e doutores brasileiros. Os dados foram apresentados pela coordenadora de Cooperação do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), Rita Pinheiro Machado, durante palestra no II Seminário de Propriedade Intelectual como Instrumento Estratégico para o Desenvolvimento Industrial e Tecnológico, ocorrido nesta quarta-feira (20), no auditório do Sebrae Maranhão, no Jaracaty.
De acordo com Rita Machado, a produção científica já recebe apoio razoável no Brasil, no entanto, as criações, as produções, não chegam até a indústria. “Um dos principais entraves é que as empresas brasileiras não têm a cultura de absorver cientistas, grandes responsáveis pela inovação tecnológica nos países desenvolvidos”. Segundo ela, é fundamental a divulgação da importância da propriedade intelectual (registrar marcas e depositar patentes). “Uma marca e uma patente são bens econômicos, de grande valor para uma empresa, e que podem fazer girar a economia de um país”, disse.
[...]
Fonte: http://www.elitebrasil.com.br
Para ter acesso a notícia completa acesse: http://www.elitebrasil.com.br/noticias.asp?id=1299
De acordo com Rita Machado, a produção científica já recebe apoio razoável no Brasil, no entanto, as criações, as produções, não chegam até a indústria. “Um dos principais entraves é que as empresas brasileiras não têm a cultura de absorver cientistas, grandes responsáveis pela inovação tecnológica nos países desenvolvidos”. Segundo ela, é fundamental a divulgação da importância da propriedade intelectual (registrar marcas e depositar patentes). “Uma marca e uma patente são bens econômicos, de grande valor para uma empresa, e que podem fazer girar a economia de um país”, disse.
[...]
Fonte: http://www.elitebrasil.com.br
Para ter acesso a notícia completa acesse: http://www.elitebrasil.com.br/noticias.asp?id=1299
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Empresas aumentam investimento em inovações tecnológicas
Este vídeo é muito interesante, vale a pena dar uma olhadinha.
Link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM708783-7823-EMPRESAS+AUMENTAM+INVESTIMENTO+EM+INOVACOES+TECNOLOGICAS,00.html
Empresas aumentam investimento em inovações tecnológicasPesquisa do IBGE mostra que, em 2005, cerca de 32 mil indústrias e empresas de informática e telecomunicações investiram em inovações tecnológicas. O aumento foi de 8,4% em relação a 2003
Data: 31/07/07 Duração: 1m35s
Fonte: http://www.globo.com/
Link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM708783-7823-EMPRESAS+AUMENTAM+INVESTIMENTO+EM+INOVACOES+TECNOLOGICAS,00.html
Empresas aumentam investimento em inovações tecnológicasPesquisa do IBGE mostra que, em 2005, cerca de 32 mil indústrias e empresas de informática e telecomunicações investiram em inovações tecnológicas. O aumento foi de 8,4% em relação a 2003
Data: 31/07/07 Duração: 1m35s
Fonte: http://www.globo.com/
Gestão de TI com foco nos Negócios da Empresa
Integração com os Negócios
Os executivos e empresários constumam refletir as seguintes perguntas:
Por quê o Orçamento de TI tem que ser tão elevado?
Quanto custa implementar e administrar um novo sistema?
O que o pessoal de TI está fazendo?
Qual é o Retorno de Investimento dos projetos de TI?
Perguntas relativamente simples, porém complexas são as atividades e recursos envolvidos para obter as respostas. Alguns executivos acham que a área da Tecnologia de Informação é uma caixa preta, e para tornar a TI transparente da operação à gestão é preciso ter processos cobrindo todas as áreas, ou seja, desde a área de suporte à execução do planejamento estratégico de TI medindo passa-a-passo a satisfação dos usuários e as apropriação do orçamento.
O mercado vem adotando o modelo ITIL, que são as melhores práticas na gestão de TI, para ajudar as empresas que buscam ter o melhor controle dos seus processos para dá suporte à Gestão de TI com foco nos Resultados dos Negócios da Empresa.
Fonte: www.CompanyWeb.com.br
Os executivos e empresários constumam refletir as seguintes perguntas:
Por quê o Orçamento de TI tem que ser tão elevado?
Quanto custa implementar e administrar um novo sistema?
O que o pessoal de TI está fazendo?
Qual é o Retorno de Investimento dos projetos de TI?
Perguntas relativamente simples, porém complexas são as atividades e recursos envolvidos para obter as respostas. Alguns executivos acham que a área da Tecnologia de Informação é uma caixa preta, e para tornar a TI transparente da operação à gestão é preciso ter processos cobrindo todas as áreas, ou seja, desde a área de suporte à execução do planejamento estratégico de TI medindo passa-a-passo a satisfação dos usuários e as apropriação do orçamento.
O mercado vem adotando o modelo ITIL, que são as melhores práticas na gestão de TI, para ajudar as empresas que buscam ter o melhor controle dos seus processos para dá suporte à Gestão de TI com foco nos Resultados dos Negócios da Empresa.
Fonte: www.CompanyWeb.com.br
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Por falar em inovação Tecnológica...
Vejam só como a inovação tecnológica está cada dia mais perto de nós...
Aos interessados, segue o convite.
Estratégia de Implementação de Governança de TI com COBIT
Curso vai da teoria para a prática com resultado
O mercado tem uma forte demanda por governança, a tradução simplista do conceito deste conceito é: um Novo modelo de Gestão de Empresas.
Este novo modelo proporciona maior credibilidade aos investidores, acionistas, sociedade e força de trabalho. A credibilidade significa maior geração de riqueza e facilidade na busca de capital.
Os princípios são: transparência, sustentabilidade, prestação de contas, ética, conformidade e equidade.
Entretanto, a implementação por este novo modelo de Gestão é um desafio para todas as áreas de negócio da empresa.
A área de Tecnologia da Informação acaba sendo o local de concentração natural da maioria dos processos de negócio da empresa.
A aposta do mercado é que as melhores práticas de Governança de TI ajudem alinhar os processos de TI com os processos de negócios e determinar qual é o valor que TI gera ao negócio.
As principais responsabilidades de TI é planejar, construir, gerenciar o risco, entregar, avaliar os ativos e serviços de TI.
Entretanto os guias, frameworks, padrões e metodologias disponíveis no mercado não são de fácil implementação, eles requerem conhecimento teórico & prático e dedicação de tempo dos profissionais.
Este cenário exige que o profissional vá além do atendimento as demandas de serviços do dia-a-dia, pois, ele esta preparado para implementar as melhores práticas de Governança de TI.
Principais questões no momento que o profissional se depara com a necessidade de implementar a Governança de TI:
- Por onde começar ? Como começar ?
- Qual é framework, guia, padrão ou metodologia vou utilizar ?
- Como vou fazer a integração como os objetivos e a missão da empresa ?
- Quais são os recursos necessários ?
- Como posso gerar valor ao negócio ?
A experiência prática de nossos consultores aliada ao conhecimento das melhores práticas de Governança de TI ajudaram nas respostas destas questões de forma simples e objetiva com foco em produzir um projeto de implementação orientado a resultado.
Abordagem utilizada neste treinamento tem um forte apelo a prática. Será desenvolvido um estudo de caso que seguirá um guia mestre, uma metodologia, que tem como facilitar a implementação das melhores práticas de Governança de TI, reduzindo tempo de implementação e maximizando os resultados.
No período de 24 a 26 de setembro acontecerá em São Paulo o curso Estratégia de Implementação de Governança de TI com COBIT.
Lista de empresas que prestamos serviços de consultoria em Governança de TI : Correios, Hospital da Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), Petrobras, HDI Seguros, EDS, Procwork, Nec, NSK, Endesa, Ministério Público do Estado de Alagoas, Ambev, Aços Villares, Unimed e outras.
Serviço:
Evento: Curso Estratégia de Implementação de Governança de TI com COBIT.
Data: 24 a 26 de outubro/07 (Período: diurno)
Endereço: Av. Paulista, 171 7º. Andar - Próximo ao metrô Brigadeiro.
Inscrições: www.CompanyWeb.com.br/Treinamento
Telefone: (11) 3532-1076/5904-3631.
Sobre a CompanyWeb
A CompanyWeb tem 12 anos de experiência em Consultoria na área de Tecnologia da Informação (TI) e Negócios (gestão de negócios, pessoas, projetos, processos). Além do foco em Consultoria, no seu portfólio há mais de 50 cursos ofertados mensalmente e em in company. Principais clientes são: Petrobras, Ambev, Correios, Itaipu, Aços Villares, Serasa, Bradesco, Honda, Gerdau, Medley, Revista Amanhã, Yamaha, Bertin, Fischer, Banco Société Générale, Frangos Rica, Cummins entre outras.
Este e-mail foi gerado a partir do sistema Companyweb Informativo On-Line.
Aos interessados, segue o convite.
Estratégia de Implementação de Governança de TI com COBIT
Curso vai da teoria para a prática com resultado
O mercado tem uma forte demanda por governança, a tradução simplista do conceito deste conceito é: um Novo modelo de Gestão de Empresas.
Este novo modelo proporciona maior credibilidade aos investidores, acionistas, sociedade e força de trabalho. A credibilidade significa maior geração de riqueza e facilidade na busca de capital.
Os princípios são: transparência, sustentabilidade, prestação de contas, ética, conformidade e equidade.
Entretanto, a implementação por este novo modelo de Gestão é um desafio para todas as áreas de negócio da empresa.
A área de Tecnologia da Informação acaba sendo o local de concentração natural da maioria dos processos de negócio da empresa.
A aposta do mercado é que as melhores práticas de Governança de TI ajudem alinhar os processos de TI com os processos de negócios e determinar qual é o valor que TI gera ao negócio.
As principais responsabilidades de TI é planejar, construir, gerenciar o risco, entregar, avaliar os ativos e serviços de TI.
Entretanto os guias, frameworks, padrões e metodologias disponíveis no mercado não são de fácil implementação, eles requerem conhecimento teórico & prático e dedicação de tempo dos profissionais.
Este cenário exige que o profissional vá além do atendimento as demandas de serviços do dia-a-dia, pois, ele esta preparado para implementar as melhores práticas de Governança de TI.
Principais questões no momento que o profissional se depara com a necessidade de implementar a Governança de TI:
- Por onde começar ? Como começar ?
- Qual é framework, guia, padrão ou metodologia vou utilizar ?
- Como vou fazer a integração como os objetivos e a missão da empresa ?
- Quais são os recursos necessários ?
- Como posso gerar valor ao negócio ?
A experiência prática de nossos consultores aliada ao conhecimento das melhores práticas de Governança de TI ajudaram nas respostas destas questões de forma simples e objetiva com foco em produzir um projeto de implementação orientado a resultado.
Abordagem utilizada neste treinamento tem um forte apelo a prática. Será desenvolvido um estudo de caso que seguirá um guia mestre, uma metodologia, que tem como facilitar a implementação das melhores práticas de Governança de TI, reduzindo tempo de implementação e maximizando os resultados.
No período de 24 a 26 de setembro acontecerá em São Paulo o curso Estratégia de Implementação de Governança de TI com COBIT.
Lista de empresas que prestamos serviços de consultoria em Governança de TI : Correios, Hospital da Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), Petrobras, HDI Seguros, EDS, Procwork, Nec, NSK, Endesa, Ministério Público do Estado de Alagoas, Ambev, Aços Villares, Unimed e outras.
Serviço:
Evento: Curso Estratégia de Implementação de Governança de TI com COBIT.
Data: 24 a 26 de outubro/07 (Período: diurno)
Endereço: Av. Paulista, 171 7º. Andar - Próximo ao metrô Brigadeiro.
Inscrições: www.CompanyWeb.com.br/Treinamento
Telefone: (11) 3532-1076/5904-3631.
Sobre a CompanyWeb
A CompanyWeb tem 12 anos de experiência em Consultoria na área de Tecnologia da Informação (TI) e Negócios (gestão de negócios, pessoas, projetos, processos). Além do foco em Consultoria, no seu portfólio há mais de 50 cursos ofertados mensalmente e em in company. Principais clientes são: Petrobras, Ambev, Correios, Itaipu, Aços Villares, Serasa, Bradesco, Honda, Gerdau, Medley, Revista Amanhã, Yamaha, Bertin, Fischer, Banco Société Générale, Frangos Rica, Cummins entre outras.
Este e-mail foi gerado a partir do sistema Companyweb Informativo On-Line.
Assinar:
Postagens (Atom)