sábado, 13 de outubro de 2007
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
TV Digital no Brasil
http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp
Seção: TV Digital
10/10/07
TV Digital no Brasil
Esta página: Apresenta o que é a TV Digital e acompanha o seu processo de implantação no Brasil.
Lançamento da TV Digital no Brasil
Dia 2 de Dezembro de 2007 é a data prevista para a primeira transmissão HDTV (Televisão de Alta Definição) na cidade de São Paulo.
Para a cidade do Rio de Janeiro a previsão é que as transmissões sejam iniciadas até o final do primeiro semestre de 2008. Para as demais cidades brasileiras a previsão é que isto ocorra até 2011.
TV Digital: O que é?
A TV aberta (terrestre) transmitida para os televisores existentes em 90% das residências brasileiras utiliza canais analógicos com largura de banda de 6 MHz.
Na TV Digital a transmissão do áudio e do vídeo passa a ser feita através de sinais digitais que, codificados, permitem um uso mais eficiente do espectro eletromagnético, devido ao aumento da taxa de transmissão de dados na banda de frequências disponível.
É possível desta forma transmitir:
· Som e imagem de melhor qualidade viabilizando a Televisão de Alta Definição (HDTV). A resolução da imagem na TV analógica que é de 400 x 400 pixels poderá ser de até 1920 x 1080 pixels.
· Mais canais (até 4) na mesma faixa de frequências utilizada por um canal analógico.
A TV digital apresenta algumas funcionalidades que permitem uma interatividade entre o telespectador e a emissora possibilitando:
· O acesso à informações adicionais como por exemplo o menu de programação.
· A iteração do usuário com a emissora, através de um canal de retorno via linha telefônica por exemplo, possibilitando a este votar ou fazer compras.
Receptores de TV
Com a introdução da tecnologia digital na radiodifusão de TV (TV Digital Terrestre), o usuário poderá optar por uma das seguintes situações:
· Continuar a receber a TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica.
· Adquirir um conversor (set top box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV
· Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor.
Tecnologias
Existem em todo o mundo três sistemas de TV Digital – o sistema americano (ATSC), o sistema europeu (DVB) e o sistema japonês (ISDB).
Implantação da TV Digital no Brasil
Em Jun/06 o Brasil adotou o padrão japonês (ISDB) para a TV Digital terrestre. Para detalhes consulte: Escolha do padrão de TV Digital
A definição ocorreu através do Decreto 5.820. Os principais pontos definidos no decreto são:
· O decreto definiu que o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) adotará, como base, o padrão de sinais do ISDB-T e possibilitará transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e interatividade.
· Ás emissoras de TV receberão um canal de radiofrequência com largura de banda de 6 MHz para cada canal analógico que possuam.
· A transmissão analógica continuará ocorrendo, simultâneamente à digital, por um período de 10 anos até 29/06/2016. A partir de Jul/2013 somente serão outorgados canais para a transmissão em tecnologia digital.
· Deverão ser consignados pelo menos quatro canais digitais para a exploração direta pela União Federal como canal do Poder Executivo, Canal de Educação, Canal de Cultura e Canal de Cidadania.
Em Out/06 foram definidas as etapas a serem cumpridas por cada Emissora de TV analógica para implantação da TV Digital no Brasil (Port MC 652).
O início das transmissões de TV Digital terá início na cidade de São Paulo e se extenderá depois para as demais capitais e principais cidades, até atingir todo o país. Consulte os prazos em: Implantação da TV Digital no Brasil.
O Ministério das Comunicações divulgou cronograma que prevê para Dez/07 o início das transmissões de TV Digital na cidade de São Paulo e em Dez/09 em todas as capitais do país.
Cronograma de Implantação da TV Digital no Brasil
(Dec. 5820 de 29/06/06 )
[...]
Consignação de Canais Digitais para a cidade de São Paulo
O Ministro das Comunicações assinou em 09/04/07 os termos de consignação de canais digitais para dez emissoras de televisão da cidade de São Paulo: TV Ômega (Rede TV), TV Cultura, Rede 21, SBT, Rede Bandeirantes, Rede Record, Grupo Abril, Canal Brasileiro de Informação (CBI – MIX TV), Rede Globo e TV Gazeta.
Processo de Revisão dos Planos Básicos para Consignação de Canais Digitais
Pareamento dos Canais Analógicos com os Digitais
A Anatel está promovendo mudanças nos Planos Básicos de Distribuição de Canais de Televisão Digital - PBTVD e de Atribuição de Canais de Televisão por Assinatura em UHF - PBTVA de modo a consignar os canais digitais para as emissoras.
[...]
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através de portaria de 31/07/2006 criou o Grupo Executivo de Televisão Digital, que terá como incumbência definir e implementar ações relacionadas com o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) nas áreas de competência do MDIC e suas unidades.
Projetos
O Minicom autorizou em 1/09/2006 o repasse de R$ 3.965 mil de recursos do Funttel para a Finep para serem aplicados nos projetos:
· P&D de Sistemas de Transmissão para TV Digital (R$ 630.000,00)
· Rhodes - Sistema de Telemetria e Geo-referenciamento (R$ 1 milhão)
· Rede Experimental de Alta Velocidade - Giga 1 (R$ 442 mil) e Giga 2 (R$ 349,6 mil)
· Convergência em Telecomunicações - Converge R$1,4 milhões
[...]
Preço do Set Top Box
As empresas avaliam que o set top box terá um preço médio de R$ 700,00 a R$ 800,00 para o consumidor final. Para alcançar o valor de R$ 200,00, expectativa do governo brasileiro, as empresas precisam de apoio fiscal diminuindo os impostos pelo produto.
Como ficam os receptores de TV atuais com a TV Digital?
Inicialmente, enquanto os televisores preparados para a recepção de TV Digital ainda não estiverem em todos os domicílios, será necessário utilizar os seguintes equipamentos, conforme mostra a figura abaixo:
· Antena: será necessário ter uma antena para a faixa de UHF (canais 14 e acima), a mesma que é usada para TV analógica. Não será possível usar uma antena na faixa de VHF (canais 2 a 13).
· Conversor para TV Digital: fará a recepção do sinal de TV digital, seleção dos canais e conversão do sinal para uso em televisores convencionais, compatíveis com a TV analógica atual.
· Receptor de TV convencional: para apresentação dos programas do canal selecionado. Poderão ser usados tanto os televisores convencionais analógicos, mais comuns e mais baratos, como os televisores convencionais digitais. Continuará sendo possível conectar o recetor de TV à equipamentos de DVD ou conversores de TV a cabo ou satélite como já ocorre hoje.
No futuro deverão ser produzidos receptores de TV que já incorporam o conversor de TV Digital.
Conversor para TV Digital
O conversor, também conhecido como set-top-box ou terminal de acesso, será responsável pela recepção do sinal dos canais de TV digital. Nos modelos iniciais mais simples, ele será composto pelo sintonizador de canais, e pelo processador de vídeo e áudio.
Devido aos vários tipos de televisores existentes, ele deverá ter pelo menos 3 tipos de saídas:
· RF, canal 3: sinal de saída compatível com a TV analógica convencional, que poderá ser conectado na entrada da antena da TV convencional e que será recebido no canal 3.
· Vídeo: sinal de saída de vídeo, que poderá ser conectado em TV convencionais que tenha esse tipo de entrada disponível.
· Áudio: sinal de saída de áudio, que poderá ser conectado em TV convencionais que tenha esse tipo de entrada disponível, ou em aparelhos de som e sistemas de home theater.
Outras funcionalidades de interatividade poderão ser incorporadas em versões posteriores, que permitirão interação local com os usuários ou até interação remota com programas ou facilidades de internet, através de conexões por modem ou acessos de banda larga.
Especidicações do Padrão Brasileiro de TV Digital
O Sistema de TV Digital Terrestre Brasileiro está sendo definido, com base no padrão ISDB-T japonês e terá como base as seguintes características:
Transmissão ;Padrão japonês ISDB-T ;Áudio ;Dolby 5.1, equivalente aos melhores filmes em DVD ;Resoluçãode Vídeo ;HDTV: 1080i (linhas entrelaçadas) e 720p (linhas progressivas) para qualidade de alta definição.SDTV: 480p (linhas progressivas) para qualidade padrão, equivalentes aos DVD's atuais,
CompressãoVídeo .
O padrão japonês adotou o MPEG-2, mas o padrão brasileiro pretende adotar o MPEG 4, que permite transmitir no mesmo canal um programa com qualidade de alta definição (HDTV), informações de interatividade e programas adicionais com qualidade de definição padrão (SDTV).
Dentre as características apresentadas, vale observar que as resoluções de vídeo definidas já levam em consideração as características de apresentação de imagens detalhadas a seguir.
[...]
Tipos de Receptores de TV
Os tipos principais de TVs existentes atualmente são:
Tubo de Raios Catódicos (CRT)
Usado tanto em computadores como em televisores, são os dispositivos mais antigos, embora tenham evoluído bastante. Sua resolução é medida em número de linhas, e apresentam 480 linhas por quadro, para compatibilidade com os sinal de TV analógica atual.
Possuem resolução compatível com a definição padrão (SDTV), têm brilho, contraste e tempo de apresentação de boa qualidade, mas podem apresentar, no máximo, 480p linhas, se o televisor tiver um circuito progressive scan incorporado.
Apresentam consumo médio de energia e tamanho grande principalmente em telas maiores, fazendo com que os seus gabinetes ocupem bastante espaço devido a profundidade do CRT.
LCD (Liquid Cristal Display)
Adotado inicialmente para computadores, seu uso tem sido difundido para televisores digitais, que normalmente já possuem incorporados também os circuitos progressive scan.
Esses dispositivos podem ter as seguintes resoluções: [480x240] para definição padrão 480i, [640x480, 800x600, 1024x768, 1024x1024] para definição padrão melhorada 480p, [1280x720, 1280x768, 1280x1024, 1366x768, 1440x900] para alta definição 720p, e [1920x1080] para alta definição melhorada 1080p.
Possuem bom brilho, contraste de menor qualidade que os dispositivos de plasma (embora ainda tenham muito espaço para aperfeiçoamentos), e tempo de apresentação de imagens mais lento, compensado por circuitos específicos para esse fim para adequarem-se as imagens de movimento.
Seu consumo de energia é bem inferior aos dispositivos de plasma e o tamanho bem inferior ao dos gabinetes com CRT's, principalmente na sua profundidade. Atualmente existem dispositivos LCD de 15 a 40 polegadas.
Plasma
Seu uso aplica-se principalmente aos televisores digitais de maior porte, que normalmente já possuem incorporados também os circuitos progressive scan.
Esses dispositivos podem ter as seguintes resoluções: [640x480, 852x480, 1024x720, 1024x768, 1024x1024] para definição padrão melhorada 480p, e [1280x768, 1366x768] para alta definição 720p. Possuem bom brilho, contraste e tempo de apresentação de imagens, embora apresentem burn-in (marcas permanentes na tela) elevado, dependendo do uso.
Seu consumo de energia é superior aos dispositivos de LCD e o tamanho, como no caso dos LCD's, é bem inferior ao dos gabinetes com CRT's. Atualmente existem dispositivos de plasma a partir de 42 polegadas, podendo chegar até 70 polegadas.
Retroprojeção
Sua aplicação inicial deu-se em TV's analógicas de grande porte, e hoje existem também dispositivos de retroprojeção digitais. A técnica consiste em ter um "display" interno de pequeno porte que projeta a imagem na tela frontal do televisor.
Estes televisores normalmente possuem incorporados também os circuitos progressive scan. Podem ser encontrados dispositivos com as seguintes resoluções: [1280x720, 1366x768, 1388x788] para alta definição 720p e [1920x1080] para alta definição melhorada 1080p. Possuem bom brilho, contraste e tempo de apresentação de imagens.
Seu consumo de energia é compatível com os dispositivos de LCD e o tamanho é bem superior ao dos gabinetes com LCD's e Plasma. Atualmente existem dispositivos de retroprojeção partir de 40 polegadas, e sua aplicação principal está voltada para TV's de grande porte.
E como fica a TV Aberta via Satélite?
A TV aberta via satélite tem uma configuração parecida com a apresentada anteriormente, ou seja, para ter acesso ao sinal de TV é necessário ter um conversor de acesso por satélite. Esse conversor recebe o sinal do satélite, sintonizando o canal desejado, e depois converte para o sinal de TV analógica compatível como os televisores convencionais.
O padrão de transmissão para a TV digital aberta via satélite ainda se encontra em processo de definição. Entretanto, levando-se em consideração que o processo atual já faz uso de um conversor para receber o sinal de TV analógica, para o caso da recepção de sinal de satélite de TV digital o sistema usará os equipamentos apresentados na figura a seguir:
· Antena Parabólica: deve ser o mesmo tipo de antena usada para recepção de TV analógica convencional;
· Conversor para TV Digital: assim como no caso da TV digital terrestre, o conversor de TV digital via satélite fará a recepção do sinal de TV digital, a seleção dos canais e conversão do sinal para uso em televisores convencionais, compatíveis com a TV analógica atual. Os conversores avançados devem ter, além da saída RF - canal 3, as saídas de Vídeo e Áudio digital para os televisores digitais mais avançados, usando padrões compatíveis com a TV digital aberta, ou seja, áudio no formato Dolby 5.1 e vídeo no formato MPEG 4.
· TV convencional: deve ser usado para a apresentação dos programas do canal selecionado. Poderão ser usados tanto os televisores convencionais analógicos, mais comuns e mais baratos, como os televisores convencionais digitais.
http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp
http://www.teleco.com.br/rtvd.asp
Seção: TV Digital
10/10/07
TV Digital no Brasil
Esta página: Apresenta o que é a TV Digital e acompanha o seu processo de implantação no Brasil.
Lançamento da TV Digital no Brasil
Dia 2 de Dezembro de 2007 é a data prevista para a primeira transmissão HDTV (Televisão de Alta Definição) na cidade de São Paulo.
Para a cidade do Rio de Janeiro a previsão é que as transmissões sejam iniciadas até o final do primeiro semestre de 2008. Para as demais cidades brasileiras a previsão é que isto ocorra até 2011.
TV Digital: O que é?
A TV aberta (terrestre) transmitida para os televisores existentes em 90% das residências brasileiras utiliza canais analógicos com largura de banda de 6 MHz.
Na TV Digital a transmissão do áudio e do vídeo passa a ser feita através de sinais digitais que, codificados, permitem um uso mais eficiente do espectro eletromagnético, devido ao aumento da taxa de transmissão de dados na banda de frequências disponível.
É possível desta forma transmitir:
· Som e imagem de melhor qualidade viabilizando a Televisão de Alta Definição (HDTV). A resolução da imagem na TV analógica que é de 400 x 400 pixels poderá ser de até 1920 x 1080 pixels.
· Mais canais (até 4) na mesma faixa de frequências utilizada por um canal analógico.
A TV digital apresenta algumas funcionalidades que permitem uma interatividade entre o telespectador e a emissora possibilitando:
· O acesso à informações adicionais como por exemplo o menu de programação.
· A iteração do usuário com a emissora, através de um canal de retorno via linha telefônica por exemplo, possibilitando a este votar ou fazer compras.
Receptores de TV
Com a introdução da tecnologia digital na radiodifusão de TV (TV Digital Terrestre), o usuário poderá optar por uma das seguintes situações:
· Continuar a receber a TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica.
· Adquirir um conversor (set top box) que permitirá receber o sinal digital e convertê-lo para um formato de vídeo e áudio disponível em seu receptor de TV
· Adquirir uma TV nova que já incorpore o conversor.
Tecnologias
Existem em todo o mundo três sistemas de TV Digital – o sistema americano (ATSC), o sistema europeu (DVB) e o sistema japonês (ISDB).
Implantação da TV Digital no Brasil
Em Jun/06 o Brasil adotou o padrão japonês (ISDB) para a TV Digital terrestre. Para detalhes consulte: Escolha do padrão de TV Digital
A definição ocorreu através do Decreto 5.820. Os principais pontos definidos no decreto são:
· O decreto definiu que o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) adotará, como base, o padrão de sinais do ISDB-T e possibilitará transmissão digital em alta definição (HDTV) e em definição padrão (SDTV); transmissão digital simultânea para recepção fixa, móvel e portátil; e interatividade.
· Ás emissoras de TV receberão um canal de radiofrequência com largura de banda de 6 MHz para cada canal analógico que possuam.
· A transmissão analógica continuará ocorrendo, simultâneamente à digital, por um período de 10 anos até 29/06/2016. A partir de Jul/2013 somente serão outorgados canais para a transmissão em tecnologia digital.
· Deverão ser consignados pelo menos quatro canais digitais para a exploração direta pela União Federal como canal do Poder Executivo, Canal de Educação, Canal de Cultura e Canal de Cidadania.
Em Out/06 foram definidas as etapas a serem cumpridas por cada Emissora de TV analógica para implantação da TV Digital no Brasil (Port MC 652).
O início das transmissões de TV Digital terá início na cidade de São Paulo e se extenderá depois para as demais capitais e principais cidades, até atingir todo o país. Consulte os prazos em: Implantação da TV Digital no Brasil.
O Ministério das Comunicações divulgou cronograma que prevê para Dez/07 o início das transmissões de TV Digital na cidade de São Paulo e em Dez/09 em todas as capitais do país.
Cronograma de Implantação da TV Digital no Brasil
(Dec. 5820 de 29/06/06 )
[...]
Consignação de Canais Digitais para a cidade de São Paulo
O Ministro das Comunicações assinou em 09/04/07 os termos de consignação de canais digitais para dez emissoras de televisão da cidade de São Paulo: TV Ômega (Rede TV), TV Cultura, Rede 21, SBT, Rede Bandeirantes, Rede Record, Grupo Abril, Canal Brasileiro de Informação (CBI – MIX TV), Rede Globo e TV Gazeta.
Processo de Revisão dos Planos Básicos para Consignação de Canais Digitais
Pareamento dos Canais Analógicos com os Digitais
A Anatel está promovendo mudanças nos Planos Básicos de Distribuição de Canais de Televisão Digital - PBTVD e de Atribuição de Canais de Televisão por Assinatura em UHF - PBTVA de modo a consignar os canais digitais para as emissoras.
[...]
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, através de portaria de 31/07/2006 criou o Grupo Executivo de Televisão Digital, que terá como incumbência definir e implementar ações relacionadas com o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T) nas áreas de competência do MDIC e suas unidades.
Projetos
O Minicom autorizou em 1/09/2006 o repasse de R$ 3.965 mil de recursos do Funttel para a Finep para serem aplicados nos projetos:
· P&D de Sistemas de Transmissão para TV Digital (R$ 630.000,00)
· Rhodes - Sistema de Telemetria e Geo-referenciamento (R$ 1 milhão)
· Rede Experimental de Alta Velocidade - Giga 1 (R$ 442 mil) e Giga 2 (R$ 349,6 mil)
· Convergência em Telecomunicações - Converge R$1,4 milhões
[...]
Preço do Set Top Box
As empresas avaliam que o set top box terá um preço médio de R$ 700,00 a R$ 800,00 para o consumidor final. Para alcançar o valor de R$ 200,00, expectativa do governo brasileiro, as empresas precisam de apoio fiscal diminuindo os impostos pelo produto.
Como ficam os receptores de TV atuais com a TV Digital?
Inicialmente, enquanto os televisores preparados para a recepção de TV Digital ainda não estiverem em todos os domicílios, será necessário utilizar os seguintes equipamentos, conforme mostra a figura abaixo:
· Antena: será necessário ter uma antena para a faixa de UHF (canais 14 e acima), a mesma que é usada para TV analógica. Não será possível usar uma antena na faixa de VHF (canais 2 a 13).
· Conversor para TV Digital: fará a recepção do sinal de TV digital, seleção dos canais e conversão do sinal para uso em televisores convencionais, compatíveis com a TV analógica atual.
· Receptor de TV convencional: para apresentação dos programas do canal selecionado. Poderão ser usados tanto os televisores convencionais analógicos, mais comuns e mais baratos, como os televisores convencionais digitais. Continuará sendo possível conectar o recetor de TV à equipamentos de DVD ou conversores de TV a cabo ou satélite como já ocorre hoje.
No futuro deverão ser produzidos receptores de TV que já incorporam o conversor de TV Digital.
Conversor para TV Digital
O conversor, também conhecido como set-top-box ou terminal de acesso, será responsável pela recepção do sinal dos canais de TV digital. Nos modelos iniciais mais simples, ele será composto pelo sintonizador de canais, e pelo processador de vídeo e áudio.
Devido aos vários tipos de televisores existentes, ele deverá ter pelo menos 3 tipos de saídas:
· RF, canal 3: sinal de saída compatível com a TV analógica convencional, que poderá ser conectado na entrada da antena da TV convencional e que será recebido no canal 3.
· Vídeo: sinal de saída de vídeo, que poderá ser conectado em TV convencionais que tenha esse tipo de entrada disponível.
· Áudio: sinal de saída de áudio, que poderá ser conectado em TV convencionais que tenha esse tipo de entrada disponível, ou em aparelhos de som e sistemas de home theater.
Outras funcionalidades de interatividade poderão ser incorporadas em versões posteriores, que permitirão interação local com os usuários ou até interação remota com programas ou facilidades de internet, através de conexões por modem ou acessos de banda larga.
Especidicações do Padrão Brasileiro de TV Digital
O Sistema de TV Digital Terrestre Brasileiro está sendo definido, com base no padrão ISDB-T japonês e terá como base as seguintes características:
Transmissão ;Padrão japonês ISDB-T ;Áudio ;Dolby 5.1, equivalente aos melhores filmes em DVD ;Resoluçãode Vídeo ;HDTV: 1080i (linhas entrelaçadas) e 720p (linhas progressivas) para qualidade de alta definição.SDTV: 480p (linhas progressivas) para qualidade padrão, equivalentes aos DVD's atuais,
CompressãoVídeo .
O padrão japonês adotou o MPEG-2, mas o padrão brasileiro pretende adotar o MPEG 4, que permite transmitir no mesmo canal um programa com qualidade de alta definição (HDTV), informações de interatividade e programas adicionais com qualidade de definição padrão (SDTV).
Dentre as características apresentadas, vale observar que as resoluções de vídeo definidas já levam em consideração as características de apresentação de imagens detalhadas a seguir.
[...]
Tipos de Receptores de TV
Os tipos principais de TVs existentes atualmente são:
Tubo de Raios Catódicos (CRT)
Usado tanto em computadores como em televisores, são os dispositivos mais antigos, embora tenham evoluído bastante. Sua resolução é medida em número de linhas, e apresentam 480 linhas por quadro, para compatibilidade com os sinal de TV analógica atual.
Possuem resolução compatível com a definição padrão (SDTV), têm brilho, contraste e tempo de apresentação de boa qualidade, mas podem apresentar, no máximo, 480p linhas, se o televisor tiver um circuito progressive scan incorporado.
Apresentam consumo médio de energia e tamanho grande principalmente em telas maiores, fazendo com que os seus gabinetes ocupem bastante espaço devido a profundidade do CRT.
LCD (Liquid Cristal Display)
Adotado inicialmente para computadores, seu uso tem sido difundido para televisores digitais, que normalmente já possuem incorporados também os circuitos progressive scan.
Esses dispositivos podem ter as seguintes resoluções: [480x240] para definição padrão 480i, [640x480, 800x600, 1024x768, 1024x1024] para definição padrão melhorada 480p, [1280x720, 1280x768, 1280x1024, 1366x768, 1440x900] para alta definição 720p, e [1920x1080] para alta definição melhorada 1080p.
Possuem bom brilho, contraste de menor qualidade que os dispositivos de plasma (embora ainda tenham muito espaço para aperfeiçoamentos), e tempo de apresentação de imagens mais lento, compensado por circuitos específicos para esse fim para adequarem-se as imagens de movimento.
Seu consumo de energia é bem inferior aos dispositivos de plasma e o tamanho bem inferior ao dos gabinetes com CRT's, principalmente na sua profundidade. Atualmente existem dispositivos LCD de 15 a 40 polegadas.
Plasma
Seu uso aplica-se principalmente aos televisores digitais de maior porte, que normalmente já possuem incorporados também os circuitos progressive scan.
Esses dispositivos podem ter as seguintes resoluções: [640x480, 852x480, 1024x720, 1024x768, 1024x1024] para definição padrão melhorada 480p, e [1280x768, 1366x768] para alta definição 720p. Possuem bom brilho, contraste e tempo de apresentação de imagens, embora apresentem burn-in (marcas permanentes na tela) elevado, dependendo do uso.
Seu consumo de energia é superior aos dispositivos de LCD e o tamanho, como no caso dos LCD's, é bem inferior ao dos gabinetes com CRT's. Atualmente existem dispositivos de plasma a partir de 42 polegadas, podendo chegar até 70 polegadas.
Retroprojeção
Sua aplicação inicial deu-se em TV's analógicas de grande porte, e hoje existem também dispositivos de retroprojeção digitais. A técnica consiste em ter um "display" interno de pequeno porte que projeta a imagem na tela frontal do televisor.
Estes televisores normalmente possuem incorporados também os circuitos progressive scan. Podem ser encontrados dispositivos com as seguintes resoluções: [1280x720, 1366x768, 1388x788] para alta definição 720p e [1920x1080] para alta definição melhorada 1080p. Possuem bom brilho, contraste e tempo de apresentação de imagens.
Seu consumo de energia é compatível com os dispositivos de LCD e o tamanho é bem superior ao dos gabinetes com LCD's e Plasma. Atualmente existem dispositivos de retroprojeção partir de 40 polegadas, e sua aplicação principal está voltada para TV's de grande porte.
E como fica a TV Aberta via Satélite?
A TV aberta via satélite tem uma configuração parecida com a apresentada anteriormente, ou seja, para ter acesso ao sinal de TV é necessário ter um conversor de acesso por satélite. Esse conversor recebe o sinal do satélite, sintonizando o canal desejado, e depois converte para o sinal de TV analógica compatível como os televisores convencionais.
O padrão de transmissão para a TV digital aberta via satélite ainda se encontra em processo de definição. Entretanto, levando-se em consideração que o processo atual já faz uso de um conversor para receber o sinal de TV analógica, para o caso da recepção de sinal de satélite de TV digital o sistema usará os equipamentos apresentados na figura a seguir:
· Antena Parabólica: deve ser o mesmo tipo de antena usada para recepção de TV analógica convencional;
· Conversor para TV Digital: assim como no caso da TV digital terrestre, o conversor de TV digital via satélite fará a recepção do sinal de TV digital, a seleção dos canais e conversão do sinal para uso em televisores convencionais, compatíveis com a TV analógica atual. Os conversores avançados devem ter, além da saída RF - canal 3, as saídas de Vídeo e Áudio digital para os televisores digitais mais avançados, usando padrões compatíveis com a TV digital aberta, ou seja, áudio no formato Dolby 5.1 e vídeo no formato MPEG 4.
· TV convencional: deve ser usado para a apresentação dos programas do canal selecionado. Poderão ser usados tanto os televisores convencionais analógicos, mais comuns e mais baratos, como os televisores convencionais digitais.
http://www.teleco.com.br/tvdigital.asp
http://www.teleco.com.br/rtvd.asp
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
As patentes e os dogmas

Quando se fala em medicamentos e China, duas notícias curiosas se repetem. Uma é o desrespeito aos direitos de propriedade intelectual no país, com uma pirataria recorde de remédios. Outra é a euforia das indústrias farmacêuticas com o mercado chinês, que fez do país um dos mais fervilhantes centros de pesquisa e produção do mundo. O paradoxo não indica que o Brasil deva seguir o exemplo chinês nessa matéria, mas recomenda menos ligeireza na análise de fatos como o recente licenciamento compulsório decretado pelo governo brasileiro para um remédio anti-aids.A China demonstra que o mercado farmacêutico e a discussão sobre propriedade intelectual não são assunto para se tratar por critérios abstratos, na base dos dogmas de livro-texto. O mercado farmacêutico é tipicamente falho; não se pode falar, nele, em ajustes ditados simplesmente pelo mecanismo de oferta e demanda. Há fatores, além da garantia de monopólio, a estimular a pesquisa científica e a inovação, a criação e instalação de laboratórios e a produção de remédios. Renda e mercado consumidor, por exemplo.As patentes, especialmente, impõem outra discussão, já que são um direito de monopólio, um golpe na concorrência, permitido aos inventores (ou a inovadores com espírito empresarial e inteligência para reclamar direitos sobre aperfeiçoamentos de invenções não patenteadas).Criada por liberais, para facilitar a disseminação do conhecimento e a produtividade econômica, a lógica da patente é garantir remuneração e monopólio na invenção, suficiente para recompensar devidamente os esforços do inventor. Mas sob condições e por tempo limitado, para que não se transforme em fator de atraso e ineficiência. Quando um país, como o Brasil, lança um programa com dinheiro público para compra de um medicamento, claramente amplia mercado para esse remédio - e as receitas que seu inventor previa ao iniciar pesquisas para fabricá-lo.O sucesso desse programa leva a um aumento da receita dos fabricantes, e, como já demonstrou nesse jornal o repórter Daniel Rittner, pode criar também um problema fiscal, já que a sobrevivência de pacientes antes condenados à morte gera despesas crescentes, agravadas caso os detentores do monopólio na venda dos remédios não sejam submetidos a algum tipo de controle. Nesses casos, como aconteceu no Brasil, não se deve falar em "demagogia", como querem alguns críticos, mas em responsabilidade fiscal. O que está em jogo não são só os US$ 30 milhões economizados com o licenciamento do Efavirenz, mas o custo do programa de combate à aids para a sociedade e a lógica que deve orientar todos os laboratórios privados nas negociações de preço com o consumidor forçado, o Estado.
Disponível em: http://www.inovacao.srv.br/noticias_de_patentes_detalhe.php?not=1
Por Sergio Leo, para Valor Econômico - 14/05/2007
Disponível em: http://www.inovacao.srv.br/noticias_de_patentes_detalhe.php?not=1
Por Sergio Leo, para Valor Econômico - 14/05/2007
Brasil começa a desbravar os caminhos das patentes
Atestar privilégio legal sobre uma invenção, através de patente ainda é o sonho de muitos pesquisadores no Brasil
O número de patentes tem sido um dos elementos considerados na avaliação do nível de desenvolvimento dos países, atestado a partir da produção tecnológica. No Brasil, apesar de a pesquisa estar avançando, este ainda não é um mecanismo muito utilizado.
De acordo com diversos pesquisadores ouvidos, o principal motivo ainda é a falta de uma cultura voltada a esse tipo de comportamento. Durante muito tempo, a capacidade de pesquisa esteve exclusivamente nas universidades e institutos públicos de pesquisa, com uma filosofia de geração de conhecimentos de livre circulação, sem que uma articulação mais ampla ocorresse entre os
pesquisadores e as empresas.
Pesquisador e superintendente geral do Padetec, Afrânio Craveiro, reconhece a faltadeelo entre a pesquisa e a inovação tecnológica no Brasil em contraste ao desenvolvimento de países como a Coréia do Sul.
Segundo suas informações, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) chega a demorar sete/oito anos para registrar uma patente, enquanto em países mais desenvolvidos a demora é de, em média, um ano e meio.
Considerando a velocidade do desenvolvimento tecnológico, Craveiro acredita que o Brasil precisa se modernizar no setor, pois este problema se reflete em diversas áreas.
´Temos vários produtos de interesse. Mas, às vezes, há uma demora de até um ano para que a empresa manifeste interesse em patentear´, esclarece.
O pesquisador destaca que, além de carecer da cultura de proteção pela patente industrial, o pesquisador brasileiro tem complementado sua formação no exterior, com tecnologia numa área muito restritado conhecimento, tentado aplicar o conhecimento no retorno ao País, o que fica difícil.
´O cientista tem uma visão mais sistêmica, conseguindo trabalhar no nível local, basta percebero valor para mudar de visão e passar a patentear e publicar paralelamente´, diz.
Paralelamente, os pesquisadores ouvidos apontam falhas na estrutura do Inpi, como a carência de peritos examinadores, até pela grande especialização requerida pela função.
Tanto o comportamento dos pesquisadores, quanto a estrutura para concessão de patentes vem mudando, mas a velocidade ainda parece lenta, se comparada ao desenvolvimento tecnológico dos dias atuais.
Do ponto de vista científico, as patentes são consideradas como incentivo à inovação, não só pelo lado comercial, mas pela revelação segura do conhecimento, garantindo o avanço das pesquisas.
Cada país tem legislação própria relativa à propriedade intelectual, aplicável somente dentro do seu território. Para obter direitos legais sobre o invento em diferentes países, é necessário solicitar proteção separadamente.
O Inpi pretende implantar, em 2008, um sistema eletrônico de depósito de patentes para dar mais agilidade ao processo de concessão de patentes, hoje durando aproximadamente seis anos. A expectativa é que caia para quatro anos numa primeira etapa, podendo, depois, chegar a 2,5 anos, como prevê a legislação brasileira.
Ele já possui contrato com o Escritório Europeu de Patentes (EPO) para acessar o sistema debuscas utilizado pelos examinadores de patentes da entidade, sendo o único país fora da União Européia a ter acesso.
Trata-se de um software livre que pode ser adequado às necessidades e à legislação de cada país.
Transferências
Ainda há uma discussão corrente sobre onde deve se dar a pesquisa, pois, enquanto no Brasil 80% dos pesquisadores estão na academia e o restante nas empresas, nos países desenvolvidos a situação é inversa, conforme dados da Universidade de Campinas (Unicamp).
A propriedade intelectual pode ser reconhecida em três categorias: artística, científica e técnica, sendo que os requisitos para a proteção industrial incluem a novidade, o que significa que não pode ter sido tornada pública por nenhum meio de comunicação; atividade inventiva, sendo desconsideradas técnicas óbvias ou decorrência natural do estado da técnica; e aplicação industrial, ou seja, ser passível de fabricação e utilização industrial, pois não são patenteáveis idéias ou conceitos puramente teóricos.
A patente de invenção (PI) é válida por 20 anos a partir da data do depósito; a de modelo de utilidade (MU), por 15 anos; e o registro de desenho industrial (DI) por dez anos, sendo prorrogável por mais 3 prazos de cinco anos.
O pedido de patente permanece em sigilo por 18 meses; depois tem suas referências publicadas na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
Concluído o exame, é ou não deferido, a decisão é publicada e o pesquisador tem umprazo de 60 dias para comprovar o pagamento da retribuição correspondente à expedição da carta patente. A concessão é publicada na RPI. Mas ainda há um prazo de seis meses para interposição de pedido de nulidade administrativa da patente por terceiros interessados.
MARISTELA CRISPIM - Repórter
FIQUE POR DENTRO
É preciso novidade, inventividade e aplicação industrial
Propriedade intelectual é o direito exercido sobre um bem imaterial. As criações técnicas abrangem invenções, ou seja,
produto, equipamento e/ou processo industrializável e podem ser protegidas pela lei de patentes.
Concepções científicas abrangem descobertas em diferentes campos, não passíveis de proteção, pois descoberta não é criação e sim revelação de algo da natureza até então ignorado.
A tecnologia pode ser mantida sob segredo, sem amparo ou proteção legal, através do segredo industrial.
Também pode ser protegida por patente, com amparo legal, porém perde a condição de segredo industrial, pois o documento de patente é de conhecimento público.
São requisitos para a proteção industrial: novidade, atividade inventiva a aplicação industrial.
Diário do Nordeste - 01/09/2007
O número de patentes tem sido um dos elementos considerados na avaliação do nível de desenvolvimento dos países, atestado a partir da produção tecnológica. No Brasil, apesar de a pesquisa estar avançando, este ainda não é um mecanismo muito utilizado.
De acordo com diversos pesquisadores ouvidos, o principal motivo ainda é a falta de uma cultura voltada a esse tipo de comportamento. Durante muito tempo, a capacidade de pesquisa esteve exclusivamente nas universidades e institutos públicos de pesquisa, com uma filosofia de geração de conhecimentos de livre circulação, sem que uma articulação mais ampla ocorresse entre os
pesquisadores e as empresas.
Pesquisador e superintendente geral do Padetec, Afrânio Craveiro, reconhece a faltadeelo entre a pesquisa e a inovação tecnológica no Brasil em contraste ao desenvolvimento de países como a Coréia do Sul.
Segundo suas informações, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) chega a demorar sete/oito anos para registrar uma patente, enquanto em países mais desenvolvidos a demora é de, em média, um ano e meio.
Considerando a velocidade do desenvolvimento tecnológico, Craveiro acredita que o Brasil precisa se modernizar no setor, pois este problema se reflete em diversas áreas.
´Temos vários produtos de interesse. Mas, às vezes, há uma demora de até um ano para que a empresa manifeste interesse em patentear´, esclarece.
O pesquisador destaca que, além de carecer da cultura de proteção pela patente industrial, o pesquisador brasileiro tem complementado sua formação no exterior, com tecnologia numa área muito restritado conhecimento, tentado aplicar o conhecimento no retorno ao País, o que fica difícil.
´O cientista tem uma visão mais sistêmica, conseguindo trabalhar no nível local, basta percebero valor para mudar de visão e passar a patentear e publicar paralelamente´, diz.
Paralelamente, os pesquisadores ouvidos apontam falhas na estrutura do Inpi, como a carência de peritos examinadores, até pela grande especialização requerida pela função.
Tanto o comportamento dos pesquisadores, quanto a estrutura para concessão de patentes vem mudando, mas a velocidade ainda parece lenta, se comparada ao desenvolvimento tecnológico dos dias atuais.
Do ponto de vista científico, as patentes são consideradas como incentivo à inovação, não só pelo lado comercial, mas pela revelação segura do conhecimento, garantindo o avanço das pesquisas.
Cada país tem legislação própria relativa à propriedade intelectual, aplicável somente dentro do seu território. Para obter direitos legais sobre o invento em diferentes países, é necessário solicitar proteção separadamente.
O Inpi pretende implantar, em 2008, um sistema eletrônico de depósito de patentes para dar mais agilidade ao processo de concessão de patentes, hoje durando aproximadamente seis anos. A expectativa é que caia para quatro anos numa primeira etapa, podendo, depois, chegar a 2,5 anos, como prevê a legislação brasileira.
Ele já possui contrato com o Escritório Europeu de Patentes (EPO) para acessar o sistema debuscas utilizado pelos examinadores de patentes da entidade, sendo o único país fora da União Européia a ter acesso.
Trata-se de um software livre que pode ser adequado às necessidades e à legislação de cada país.
Transferências
Ainda há uma discussão corrente sobre onde deve se dar a pesquisa, pois, enquanto no Brasil 80% dos pesquisadores estão na academia e o restante nas empresas, nos países desenvolvidos a situação é inversa, conforme dados da Universidade de Campinas (Unicamp).
A propriedade intelectual pode ser reconhecida em três categorias: artística, científica e técnica, sendo que os requisitos para a proteção industrial incluem a novidade, o que significa que não pode ter sido tornada pública por nenhum meio de comunicação; atividade inventiva, sendo desconsideradas técnicas óbvias ou decorrência natural do estado da técnica; e aplicação industrial, ou seja, ser passível de fabricação e utilização industrial, pois não são patenteáveis idéias ou conceitos puramente teóricos.
A patente de invenção (PI) é válida por 20 anos a partir da data do depósito; a de modelo de utilidade (MU), por 15 anos; e o registro de desenho industrial (DI) por dez anos, sendo prorrogável por mais 3 prazos de cinco anos.
O pedido de patente permanece em sigilo por 18 meses; depois tem suas referências publicadas na Revista da Propriedade Industrial (RPI).
Concluído o exame, é ou não deferido, a decisão é publicada e o pesquisador tem umprazo de 60 dias para comprovar o pagamento da retribuição correspondente à expedição da carta patente. A concessão é publicada na RPI. Mas ainda há um prazo de seis meses para interposição de pedido de nulidade administrativa da patente por terceiros interessados.
MARISTELA CRISPIM - Repórter
FIQUE POR DENTRO
É preciso novidade, inventividade e aplicação industrial
Propriedade intelectual é o direito exercido sobre um bem imaterial. As criações técnicas abrangem invenções, ou seja,
produto, equipamento e/ou processo industrializável e podem ser protegidas pela lei de patentes.
Concepções científicas abrangem descobertas em diferentes campos, não passíveis de proteção, pois descoberta não é criação e sim revelação de algo da natureza até então ignorado.
A tecnologia pode ser mantida sob segredo, sem amparo ou proteção legal, através do segredo industrial.
Também pode ser protegida por patente, com amparo legal, porém perde a condição de segredo industrial, pois o documento de patente é de conhecimento público.
São requisitos para a proteção industrial: novidade, atividade inventiva a aplicação industrial.
Diário do Nordeste - 01/09/2007
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Canon e Toshiba aliam-se no desenvolvimento de biochips
Canon e Toshiba aliam-se no desenvolvimento de biochips
Qua, 26 Set, 02h56
TÓQUIO (Reuters) - Toshiba, Canon e outras 30 a 40 empresas japonesas vão trabalhar em conjunto no desenvolvimento de biochips, buscando novas fontes de receita em um mercado atualmente dominado por companhias norte-americanas.
As empresas vão trabalhar juntas na padronização de microchips que reagem a materiais genéticos, disse Takashi Kawai, representante da consultoria médica MediBic .
O grupo vai atuar em conjunto para padronizar biochips que serão usados em diagnósticos médicos e testes de segurança de alimentos, visando um mercado que esperam que irá crescer para 100 bilhões de ienes (865,8 milhões de dólares) até 2010, no Japão
A procura por biochips no Japão vem em sua maioria de institutos de pesquisas, onde as norte-americanas Affymetrix e Agilent Technologies são as fornecedoras dominantes.
A Canon e seus pares estão ampliando o investimento para desenvolver produtos que representem novas fontes de receitas em meio a uma crescente competição em outras áreas com rivais na China, Coréia do Sul e Taiwan.
O grupo, que conta com apoio administrativo do Kazusa DNA Research Institute, filiado ao governo japonês, formará um consórcio em 19 de outubro, convidando cerca de 100 empresas.
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/070926/tecnologia/internet_tech_toshiba_biochips_pol
Qua, 26 Set, 02h56
TÓQUIO (Reuters) - Toshiba, Canon e outras 30 a 40 empresas japonesas vão trabalhar em conjunto no desenvolvimento de biochips, buscando novas fontes de receita em um mercado atualmente dominado por companhias norte-americanas.
As empresas vão trabalhar juntas na padronização de microchips que reagem a materiais genéticos, disse Takashi Kawai, representante da consultoria médica MediBic .
O grupo vai atuar em conjunto para padronizar biochips que serão usados em diagnósticos médicos e testes de segurança de alimentos, visando um mercado que esperam que irá crescer para 100 bilhões de ienes (865,8 milhões de dólares) até 2010, no Japão
A procura por biochips no Japão vem em sua maioria de institutos de pesquisas, onde as norte-americanas Affymetrix e Agilent Technologies são as fornecedoras dominantes.
A Canon e seus pares estão ampliando o investimento para desenvolver produtos que representem novas fontes de receitas em meio a uma crescente competição em outras áreas com rivais na China, Coréia do Sul e Taiwan.
O grupo, que conta com apoio administrativo do Kazusa DNA Research Institute, filiado ao governo japonês, formará um consórcio em 19 de outubro, convidando cerca de 100 empresas.
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/070926/tecnologia/internet_tech_toshiba_biochips_pol
sábado, 22 de setembro de 2007
O que ainda está por vir
O que ainda está por vir
Alternativo como hidrogênio e célula a combustível já são realidade
A palavra futuro pode remeter a algo longínquo no tempo. Mas o caso do desenvolvimento de novas fontes de energia, o tempo cai bem para definir tecnologias como hidrogênio e célula combustível. Essas aplicações, embora ainda utilizada de forma experimental, já alcançam resultados muito significativos. Da BMW, por exemplo, rodam em testes nos EUA e Alemanha 100 unidades Hydrogen 7, sedã da série 7, com motor V12 que pode ser abastecido com gasolina e com hidrogênio líquido.
A americana GM fez a sequel, conceito movido por célula a combustível e mostrado no salão de Dtroid (EUA) de 2005,
Já a Mercedes Benz mostra no salão de Frankfurt (até o próximo dia 23 na Alemanha), o conceito F700, modelo que traz, entre outras inovações, a tecnologia DiesOtto. Trata-se de um 1.8 a diesel que funciona em conjunto com um gerador elétrico. Essa inovação promete entregar a força dos propulsores a diesel combinado com gasolina. Detalhe: mesmo com 235 cv de potencia o carro faz ate 18,9KM por com um litro de diesel, segundo o fabricante.
Portanto, ampliar as fontes de energia se mostra cada vez mais viável. Com o perdão do lugar-comum, o futuro dirá(A.M.)
OPINIÃO
Para Mauricio Assumpção Triellio, professor, engenheiro e pesquisador de Escola Politécnica da USP, ainda haverá petróleo abundante pelos próximos 30 anos e este continuará sendo a principal fonte de energia da frota mundial de veículos. Já os biocombustíveis são a mais evidente alternativa aos de origem mineral. O rápido avanço tecnológico tornará viável a utilização de outras fontes de energia
Especial combustível. >> Futuro
JORNAL DO CARRO/ESPECIAL 25 ANOS, quarta-feira, 19/9/07.
http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup53265,0.htm
domingo, 16 de setembro de 2007, 00:00 Versão Impressa
0
Componentes.montarRanking(editoria, subeditoria, idPagina, GUIDPagina, "votacao")
Veículos ecologicamente corretos ditam as tendências de Frankfurt
A exemplo de outras feiras mundiais, mostra alemã está repleta de modelos movidos a combustíveis alternativos
Fabricio Migues e Rafaela Borges, Frankfurt (Alemanha) - O Estado de S.Paulo
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
- Meio ambiente e carros pequenos e baratos são duas vertentes que dominam os estandes das mil empresas presentes na 62ª edição do Salão de Frankfurt (Alemanha), que vai até o dia 23 de setembro. O tema tem sido recorrente nas feiras internacionais nos últimos anos. Das 100 estréias mundiais programadas para este salão, a maioria traz propostas de soluções para a questão dos poluentes gerados por veículos. Entre os destaques da Mercedes-Benz há o Smart elétrico e o protótipo F700, cupê de quatro portas que traz o inédito propulsor DiesOtto, que promete reunir a suavidade dos motores Otto com o alto torque dos a diesel. Segundo a empresa, o consumo é de apenas 18,9 km/l, apesar dos 235 cv.Já o BMW X6, que chega à Europa em janeiro, foi mostrado também em versão híbrida, cuja tecnologia é fruto de uma parceria da empresa com a DaimlerChrysler e a GM.A Ford, que tem a ecologia como destaque em seu estande na mostra, lançou três modelos da linha ECOnetic: Novo Focus,Mondeo e Verve, protótipo que dará origem ao próximo Fiesta. Trata-se de um sistema que utilizará a combinação de injeção direta de diesel (common-rail) com outros avanços de engenharia para obter significante redução na emissão de CO2.No estande da GM a estrela é o Opel Flextreme, um conceito híbrido - 1.3 turbodiesel e elétrico - que promete autonomia de 800 quilômetros. A marca mostra ainda o Hydrogen4, com motor conceitual a hidrogênio, cujo escape libera apenas água.A Renault também não ficou para trás e mostrou sua linha Eco, cuja gama de modelos é equipada com o motores a diesel menos poluentes.Já Porsche e Peugeot levaram protótipos híbridos que só deverão ser lançados comercialmente em 2010. A alemã expõe um conceito do utilitário-esportivo Cayenne que combina propulsor a gasolina e elétrico e a francesa segue o mesmo princípio com o novo 308, mas utilizando propulsor a diesel. COMPACTOS DO FUTUROA Volks apresenta o up!, protótipo que antecipa as linhas de seu carro global de baixo custo para o terceiro mundo. O Brasil, no entanto, não está nos planos. Com base na mesma tendência a Toyota expõe o IQ, possível futuro carro "popular". Viagem feita a convite de Anfavea e Delphi
var keywords = "";
http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup53265,0.htm
sexta-feira, 10 de agosto de 2007, 17:22 Online
0
Componentes.montarRanking(editoria, subeditoria, idPagina, GUIDPagina, "votacao")
ONS prevê maior dependência de térmicas da Petrobras
ALAOR BARBOSA - Agencia Estado
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
RIO - O equilíbrio entre a oferta e a demanda de energia elétrica no País nos próximos anos vai depender cada vez mais da oferta de gás natural pela Petrobras para as usinas térmicas. Este foi um dos pontos mais enfatizados pelo diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, em entrevista hoje para comentar as conclusões do Plano Energético Nacional (PEN), com cenários para o setor até 2011. Conforme Chipp acentuou, a previsão é que haja um volume crescente de energia a ser suprida pelas térmicas movidas a gás natural, que subirá dos 2.200 MW médios atuais para 6.700 MW médios em 2011. "Para o operador, é fundamental contar com essas usinas da Petrobras", acentuou Chipp.No cenário que o ONS está divulgando hoje para os integrantes do setor elétrico, o órgão operador do sistema nacional prevê também que haverá uma ampliação da oferta de novas usinas no montante de 16.531 MW de potência no período de cinco anos (2007 a 2011), sendo 6.399 MW de hidrelétricas, 6.647 MW de térmicas e 2.396 MW de fontes alternativas (Proinfa - Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). RiscoCom isso, o risco de haver desequilíbrio entre oferta e demanda de energia só ocorrerá na região Sudeste em 2011, quando atingirá 5,3% de um risco potencial, ligeiramente acima do teto de 5% considerado tolerável pelo governo. Se a economia (PIB - Produto Interno Bruto) acelerar o crescimento para 4,8% ao ano nos próximos anos, o risco de déficit subirá para 7,3%.Chipp fez questão de esclarecer que esse número reflete o risco de "qualquer déficit" e esse indicador "não é muito adequado" para aferir a efetiva disponibilidade de energia no País. Conforme ele acentuou, para risco superior a 1% de "profundidade do déficit" (volume efetivo de falta de energia) o risco cai para 4% no cenário 1 (com o PIB crescendo a 4% ao ano) ou para 5,9% no cenário 2, com o PIB crescendo 4,8% ao ano. Isso significa um desequilíbrio de cerca de 391 MW médios, o que equivale a uma usina térmica de médio porte. "Esse é um desequilíbrio insignificante para o tamanho do mercado brasileiro e é plenamente administrável através de medidas operativas", acentuou.
var keywords = "";
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco32772,0.htm
Alternativo como hidrogênio e célula a combustível já são realidade
A palavra futuro pode remeter a algo longínquo no tempo. Mas o caso do desenvolvimento de novas fontes de energia, o tempo cai bem para definir tecnologias como hidrogênio e célula combustível. Essas aplicações, embora ainda utilizada de forma experimental, já alcançam resultados muito significativos. Da BMW, por exemplo, rodam em testes nos EUA e Alemanha 100 unidades Hydrogen 7, sedã da série 7, com motor V12 que pode ser abastecido com gasolina e com hidrogênio líquido.
A americana GM fez a sequel, conceito movido por célula a combustível e mostrado no salão de Dtroid (EUA) de 2005,
Já a Mercedes Benz mostra no salão de Frankfurt (até o próximo dia 23 na Alemanha), o conceito F700, modelo que traz, entre outras inovações, a tecnologia DiesOtto. Trata-se de um 1.8 a diesel que funciona em conjunto com um gerador elétrico. Essa inovação promete entregar a força dos propulsores a diesel combinado com gasolina. Detalhe: mesmo com 235 cv de potencia o carro faz ate 18,9KM por com um litro de diesel, segundo o fabricante.
Portanto, ampliar as fontes de energia se mostra cada vez mais viável. Com o perdão do lugar-comum, o futuro dirá(A.M.)
OPINIÃO
Para Mauricio Assumpção Triellio, professor, engenheiro e pesquisador de Escola Politécnica da USP, ainda haverá petróleo abundante pelos próximos 30 anos e este continuará sendo a principal fonte de energia da frota mundial de veículos. Já os biocombustíveis são a mais evidente alternativa aos de origem mineral. O rápido avanço tecnológico tornará viável a utilização de outras fontes de energia
Especial combustível. >> Futuro
JORNAL DO CARRO/ESPECIAL 25 ANOS, quarta-feira, 19/9/07.
http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup53265,0.htm
domingo, 16 de setembro de 2007, 00:00 Versão Impressa
0
Componentes.montarRanking(editoria, subeditoria, idPagina, GUIDPagina, "votacao")
Veículos ecologicamente corretos ditam as tendências de Frankfurt
A exemplo de outras feiras mundiais, mostra alemã está repleta de modelos movidos a combustíveis alternativos
Fabricio Migues e Rafaela Borges, Frankfurt (Alemanha) - O Estado de S.Paulo
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
- Meio ambiente e carros pequenos e baratos são duas vertentes que dominam os estandes das mil empresas presentes na 62ª edição do Salão de Frankfurt (Alemanha), que vai até o dia 23 de setembro. O tema tem sido recorrente nas feiras internacionais nos últimos anos. Das 100 estréias mundiais programadas para este salão, a maioria traz propostas de soluções para a questão dos poluentes gerados por veículos. Entre os destaques da Mercedes-Benz há o Smart elétrico e o protótipo F700, cupê de quatro portas que traz o inédito propulsor DiesOtto, que promete reunir a suavidade dos motores Otto com o alto torque dos a diesel. Segundo a empresa, o consumo é de apenas 18,9 km/l, apesar dos 235 cv.Já o BMW X6, que chega à Europa em janeiro, foi mostrado também em versão híbrida, cuja tecnologia é fruto de uma parceria da empresa com a DaimlerChrysler e a GM.A Ford, que tem a ecologia como destaque em seu estande na mostra, lançou três modelos da linha ECOnetic: Novo Focus,Mondeo e Verve, protótipo que dará origem ao próximo Fiesta. Trata-se de um sistema que utilizará a combinação de injeção direta de diesel (common-rail) com outros avanços de engenharia para obter significante redução na emissão de CO2.No estande da GM a estrela é o Opel Flextreme, um conceito híbrido - 1.3 turbodiesel e elétrico - que promete autonomia de 800 quilômetros. A marca mostra ainda o Hydrogen4, com motor conceitual a hidrogênio, cujo escape libera apenas água.A Renault também não ficou para trás e mostrou sua linha Eco, cuja gama de modelos é equipada com o motores a diesel menos poluentes.Já Porsche e Peugeot levaram protótipos híbridos que só deverão ser lançados comercialmente em 2010. A alemã expõe um conceito do utilitário-esportivo Cayenne que combina propulsor a gasolina e elétrico e a francesa segue o mesmo princípio com o novo 308, mas utilizando propulsor a diesel. COMPACTOS DO FUTUROA Volks apresenta o up!, protótipo que antecipa as linhas de seu carro global de baixo custo para o terceiro mundo. O Brasil, no entanto, não está nos planos. Com base na mesma tendência a Toyota expõe o IQ, possível futuro carro "popular". Viagem feita a convite de Anfavea e Delphi
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http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup53265,0.htm
sexta-feira, 10 de agosto de 2007, 17:22 Online
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ONS prevê maior dependência de térmicas da Petrobras
ALAOR BARBOSA - Agencia Estado
Componentes.montarControleTexto("ctrl_texto")
RIO - O equilíbrio entre a oferta e a demanda de energia elétrica no País nos próximos anos vai depender cada vez mais da oferta de gás natural pela Petrobras para as usinas térmicas. Este foi um dos pontos mais enfatizados pelo diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Hermes Chipp, em entrevista hoje para comentar as conclusões do Plano Energético Nacional (PEN), com cenários para o setor até 2011. Conforme Chipp acentuou, a previsão é que haja um volume crescente de energia a ser suprida pelas térmicas movidas a gás natural, que subirá dos 2.200 MW médios atuais para 6.700 MW médios em 2011. "Para o operador, é fundamental contar com essas usinas da Petrobras", acentuou Chipp.No cenário que o ONS está divulgando hoje para os integrantes do setor elétrico, o órgão operador do sistema nacional prevê também que haverá uma ampliação da oferta de novas usinas no montante de 16.531 MW de potência no período de cinco anos (2007 a 2011), sendo 6.399 MW de hidrelétricas, 6.647 MW de térmicas e 2.396 MW de fontes alternativas (Proinfa - Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica). RiscoCom isso, o risco de haver desequilíbrio entre oferta e demanda de energia só ocorrerá na região Sudeste em 2011, quando atingirá 5,3% de um risco potencial, ligeiramente acima do teto de 5% considerado tolerável pelo governo. Se a economia (PIB - Produto Interno Bruto) acelerar o crescimento para 4,8% ao ano nos próximos anos, o risco de déficit subirá para 7,3%.Chipp fez questão de esclarecer que esse número reflete o risco de "qualquer déficit" e esse indicador "não é muito adequado" para aferir a efetiva disponibilidade de energia no País. Conforme ele acentuou, para risco superior a 1% de "profundidade do déficit" (volume efetivo de falta de energia) o risco cai para 4% no cenário 1 (com o PIB crescendo a 4% ao ano) ou para 5,9% no cenário 2, com o PIB crescendo 4,8% ao ano. Isso significa um desequilíbrio de cerca de 391 MW médios, o que equivale a uma usina térmica de médio porte. "Esse é um desequilíbrio insignificante para o tamanho do mercado brasileiro e é plenamente administrável através de medidas operativas", acentuou.
var keywords = "";
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco32772,0.htm
As monradoras de veiculos estão se interassando em melhorar o meio ambiente, mas será que o mundo vai viver com a idéia de que u m dos seus maiores bens que é o petroleo não será muito nessesário. Ou que o mundo capitalista irá dispor de uma fonte de enegia que deu origem à vários conflitos. Assim como foi comentado nos póximos 30 anos ainda ouviremos e falaremos de muitas formas de energia alternativa, enquanto isso esperaremos que as empresas se concientizem e poluam menos a nossa atmosfera.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Internet converte-se em arsenal de guerra e campo de batalha do Ciberataques.
Domingo, 16 de Setembro de 2007.
O Estado de São Paulo.
Internet converte-se em arsenal de guerra e campo de batalha do Ciberataques.
O que deveria ser usado como conforto e agilidade de informação, a Inovação Tecnológica vem sendo usada como caminho mais seguro e mais curto para os ataques cibernéticos. Com o aumento da demanda e procura da internet, aumentou também as expectativas para o ciberataques a comprometer a segurança mundial. Podem-se praticar ataques on-line sem que seja pego. Uma vez que os chineses entraram nos sistemas de informação dos Estados Unidos, considerado um sistema da mais alta qualidade, abriram-se muitas portas para os ciberataques. Quanto a inovação tecnológica, tem o objetivo e o dever de fechar essas portas.
Domingo, 16 de setembro de 2007.
O Estado de São Paulo, emprego, pagina Cc 16.
Financiamento
Maria Tereza Marques
Finep abre chamadas para novas subvenções
Micros e pequenos empresários tem nova oportunidade de financiamentos e projetos de inovação. Saiu nova chama de Subvenção Publica, emitida pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Agencia de Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia. As inscrições foram abertas do dia 7 deste mês.
É ao todo recurso de R$450 milhões que vão financiar projetos inovadores em cinco setores (veja o quadro).Conforme o presidente da FINEP, Luis Fernandes, 40% dos recursos serão obrigatoriamente a micro e pequenas empresas, assim designadas conforme o que estabelece a Lei Geral Complementar 123/06.
Números.
R$ 450 milhões, valor total dos recursos para financiar inovação.
R$ 100 Milhões irão para a tecnologia da informação e comunicação e manotecnologica.
R$ 100 milhões irão para programas estratégicos.
R$ 100 milhões irão para biocombustiveis e energia.
R$ 100 milhões irão para biodiversidade, biologia e saúde.
R$ 50 milhões irão para o desenvolvimento social.
O Brasil tem uma grande gama de potencialidades, como matéria-prima, espaço físico e até mesmo mão-de-obra, no entanto basta o governo injetar recursos e incentivar os micros e pequenas empresas. Enquanto o Brasil está apenas engatinhado, nossos concorrentes usam a tecnologia em diversas maneiras, bem como para o bem da humanidade e até mesmo na concorrência. Os recursos apresentados na é insuficiente, pois muitos brasileiros ainda não sabem o que é internet, e se há algum ponto dessa tecnologia em sua localidade a maioria das pessoas ainda não sabe nem ler. Se for entrar em vários aspectos das deficiências do Brasil, não só veremos más como teremos certeza de os recursos disponibilizados são poucos.
O Estado de São Paulo.
Internet converte-se em arsenal de guerra e campo de batalha do Ciberataques.
O que deveria ser usado como conforto e agilidade de informação, a Inovação Tecnológica vem sendo usada como caminho mais seguro e mais curto para os ataques cibernéticos. Com o aumento da demanda e procura da internet, aumentou também as expectativas para o ciberataques a comprometer a segurança mundial. Podem-se praticar ataques on-line sem que seja pego. Uma vez que os chineses entraram nos sistemas de informação dos Estados Unidos, considerado um sistema da mais alta qualidade, abriram-se muitas portas para os ciberataques. Quanto a inovação tecnológica, tem o objetivo e o dever de fechar essas portas.
Domingo, 16 de setembro de 2007.
O Estado de São Paulo, emprego, pagina Cc 16.
Financiamento
Maria Tereza Marques
Finep abre chamadas para novas subvenções
Micros e pequenos empresários tem nova oportunidade de financiamentos e projetos de inovação. Saiu nova chama de Subvenção Publica, emitida pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Agencia de Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia. As inscrições foram abertas do dia 7 deste mês.
É ao todo recurso de R$450 milhões que vão financiar projetos inovadores em cinco setores (veja o quadro).Conforme o presidente da FINEP, Luis Fernandes, 40% dos recursos serão obrigatoriamente a micro e pequenas empresas, assim designadas conforme o que estabelece a Lei Geral Complementar 123/06.
Números.
R$ 450 milhões, valor total dos recursos para financiar inovação.
R$ 100 Milhões irão para a tecnologia da informação e comunicação e manotecnologica.
R$ 100 milhões irão para programas estratégicos.
R$ 100 milhões irão para biocombustiveis e energia.
R$ 100 milhões irão para biodiversidade, biologia e saúde.
R$ 50 milhões irão para o desenvolvimento social.
O Brasil tem uma grande gama de potencialidades, como matéria-prima, espaço físico e até mesmo mão-de-obra, no entanto basta o governo injetar recursos e incentivar os micros e pequenas empresas. Enquanto o Brasil está apenas engatinhado, nossos concorrentes usam a tecnologia em diversas maneiras, bem como para o bem da humanidade e até mesmo na concorrência. Os recursos apresentados na é insuficiente, pois muitos brasileiros ainda não sabem o que é internet, e se há algum ponto dessa tecnologia em sua localidade a maioria das pessoas ainda não sabe nem ler. Se for entrar em vários aspectos das deficiências do Brasil, não só veremos más como teremos certeza de os recursos disponibilizados são poucos.
Postado por
Luciana Madureira, Marly Oliveira, Liliane Batista e Edson Luis Caetano.
às
20:00
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